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Com forte potencial inclusivo, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica oferta formação profissional de excelência em diversos níveis de ensino – da educação básica à pós-graduação. O foco no desenvolvimento regional e na instrução cidadã está presente nos mais de 11.000 cursos voltados ao atendimento dos arranjos produtivos locais, unindo educação profissional, pesquisa aplicada, inovação e transferência de tecnologia.

Do ensino básico à pós-graduação, as instituições da Rede Federal têm o compromisso social de oferecer educação profissional pública, gratuita e de excelência, incluindo a formação de professores. 

Atualmente integram a Rede Federal 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e o Colégio Pedro II. No campo e na cidade, essas instituições somam 643 campi implantados em todo o Brasil, mais de um milhão de matrículas e cerca de 80 mil servidores (professores e técnico-administrativos).

A expertise centenária da Rede Federal, iniciada em 1909, possui base contemporânea e interativa, sempre compatível com as demandas da atualidade. Desde 2002, com o fortalecimento das políticas de internacionalização, suas práticas e habilidades ganharam o mundo. Atualmente mais de 30 países desenvolvem atividades de cooperação com as instituições brasileiras, que possuem um modelo de ensino inovador e diferenciado.


Linha do tempo
1909 – Escolas de Aprendizes Artífices
1937 – Liceus Profissionais
1942 – Escolas Industriais e Técnicas
1959 – Escolas Técnicas e Agrotécnicas
1978 – Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets)
2008 – Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

 

Diferenciais da Rede Federal

- Modelo de educação profissional e tecnológica inovador e único em todo o mundo;
- Potencial inclusivo;
- Incentivo à criatividade, inovação e visão de futuro;
- Alto grau de transferência de tecnologia aplicada a produtos e processos, por meio da extensão tecnológica;
- Cursos voltados ao atendimento dos arranjos produtivos locais;
- Formação de profissionais de excelência com instrução cidadã;
- Estímulo à capacitação dos servidores;
- Políticas consistentes para o fomento da pesquisa aplicada, inovação e capacitação;
- Atua em todos os níveis da educação profissional e tecnológica; 
- Destina 50% das vagas à educação técnica de nível médio;
- Mínimo de 20% das vagas é voltado à formação de professores;
- Cerca de 30% das vagas são para cursos superiores de tecnologia, bacharelados, engenharias e pós-graduação (mestrado e doutorado);
- Autonomia administrativa, financeira e didático-pedagógica;
- Forte política de internacionalização.

 

Eixos Tecnológicos
- Ambiente e Saúde
- Controle e Processos Industriais 
- Desenvolvimento Educacional e Social
- Gestão e Negócios
- Informação e Comunicação
- Infraestrutura
- Produção Alimentícia 
- Produção Cultural e Design
- Produção Industrial
- Recursos Naturais
- Segurança
- Turismo, Hospitalidade e Lazer

 

Polos de Inovação 

Para ampliar a competitividade e a produtividade do parque industrial nacional, a Rede Federal possui nove Polos de Inovação, que atuam a partir do desenvolvimento da pesquisa aplicada. São unidades compostas por laboratórios, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).
Os projetos são executados por estudantes, professores, profissionais da indústria e pesquisadores do Brasil e do exterior.

 

Instituto Federal

Segmento

Bahia

Equipamentos médicos

Ceará

Sistemas embarcados e mobilidade digital

Espírito Santo

Metalurgia e Materiais

Fluminense 

Monitoramento e instrumentação para o meio ambiente

Goiano

Tecnologias agroindustriais

Minas Gerais

Sistemas automotivos inteligentes

Paraíba

Manufatura

Santa Catarina

Sistemas inteligentes de energia

Sul de Minas Gerais

Agroindústria do café

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Rede Federal no mundo
As instituições da Rede Federal possuem parcerias com mais de 30 países, desenvolvendo projetos específicos como programas de capacitação de servidores, aperfeiçoamento de pesquisas e intercâmbio cultural e acadêmico. Assim, em cooperação com o mundo, o Brasil tem promovido o aumento da qualidade da educação profissional, a partir do compartilhamento de conhecimento e boas práticas.


Países parceiros: Canadá, Portugal, Estados Unidos, Irlanda, China, Reino Unido, França, México, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai, Noruega, Finlândia, Escócia, Dinamarca, Alemanha, Itália, Bélgica, Áustria, Espanha, Cabo Verde, Libéria, Angola, Namíbia, Benim, Índia, Austrália e Moçambique, Guiné Bissau e Timor Leste.